segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Confraternização

Na última quinta-feira, 15, os prefeitos associados à  Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES) reuniram-se no restaurante Sal e Brasa, na Orla de Aracaju, em confraternização natalina. Os gestores tiveram um almoço regado a conversas e muita harmonia.

O presidente da FAMES e prefeito de Santana do São Francisco, Ricardo Roriz, e sua esposa Renata Roriz
O prefeito de Nossa Sra de Lourdes, Laerte Gomes, com o prefeito de Tobias Barreto, Gilson de Agripino
Coordenador Estadual da UNCME/SE, Manoel Humberto, o prefeito de Neópolis, Marcelo Guedes e o presidente do FUNDEB em Neópolis, Geraldo Bispo
O ex-prefeito de Propriá e atual secretário municipal de Planejamento, Paulo Britto
O advogado da FAMES, Milton Andrade


O prefeito de Estância, Ivan Leite
Atual prefeito de Propriá, José Américo
Roriz ao lado do prefeito de Ilha das Flores, Ronaldo Calixto

O prefeito de São Francisco, Ailton Nascimento
O prefeito de Lagarto, Valmir Monteiro
A FAMES agradece a presença de todos!!!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Prefeitos são recebidos pelo secretário nacional da Receita Federal

 
Preocupados com o aumento da dívida com a Receita Previdenciária, algumas já consideradas impagáveis e que estão comprometendo as administrações municipais, prefeitos de Sergipe estiveram reunidos na tarde de hoje (23) com o secretário nacional da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.
A audiência foi intermediada pela Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES), que protocolou ofício solicitando o encontro para discutir a difícil situação financeira das gestões. O secretário estava acompanhado de Marcelo Lins, coordenador do COCIF, e Frederico Igor, coordenador do REFIS da Receita Federal.
Ricardo Roriz, presidente da FAMES, chamou a atenção do secretário para a realidade das prefeituras sergipanas. “Os municípios estão num processo de falência. Como se não bastasse a queda de receita desde 2008, com o consequente aumento das despesas e responsabilidades, estamos sendo surpreendidos com dívidas junto à Previdência que nem sabemos da sua origem. Isso tem dificultado muito a situação das prefeituras. Ou se tem sensibilidade para essa realidade, buscando uma solução política e responsável, ou chegaremos a uma situação de ingovernabilidade”, advertiu.
O vice-presidente da regional do Baixo São Francisco da FAMES, Paulo Britto, colocou que a grande angústia dos prefeitos é a falta da Certidão Negativa de Débitos (CND), que inviabiliza a transferência de recursos federais para a realização de obras e convênios.  “Muitas vezes o prefeito é obrigado a assinar renegociações de dívidas para ter a certidão, pois ele quer ver a obra do calçamento tirando o povo da lama, a quadra construída, a reforma da praça, enfim, é uma situação que, efetivamente, prejudica a população”, relatou.
Manoel Barros, secretário de Administração de São Cristóvão, reivindicou ao secretário da Receita Federal que intermediasse junto ao governo medidas que aliviassem o caixa das prefeituras. Ele lembrou que, recentemente, a União anunciou diversas medidas beneficiando as pequenas e médias empresas, e que poderia fazer o mesmo com relação às prefeituras.
“Poderiam ser estabelecidos percentuais de contribuição previdenciária da parte do empregador com base na arrecadação. Quem recebe até um valor x, teria um percentual y, e assim por diante. Um só percentual para todos é injusto. As prefeituras não deixam de ser uma empresa, de gerar empregos, e poderiam também receber um incentivo. Hoje, temos que pagar elevações anuais de salários, de pisos e a arrecadação não acompanha esse mesmo crescimento”, advertiu Barros.
Os prefeitos aproveitaram também para solicitar um melhor atendimento por parte da Receita Federal em Sergipe. “Há uma reclamação da maioria dos gestores em relação a esse atendimento, principalmente com relação à demora e à dificuldade no repasse das informações”, relatou Ricardo Roriz.
Durante toda a reunião, que durou pouco mais de uma hora, o secretário nacional e os coordenadores da Receita intermediaram e esclareceram dúvidas dos prefeitos e assessores presentes. Carlos Barreto considerou positivo o encontro e disse que anotou todos os pontos apresentados e ver a possibilidade de encaminhar o que for de responsabilidade direta da Receita Federal.
Em relação aos débitos e parcelamentos, o secretário explicou que medidas dessa natureza dependem de alterações da legislação e passam por questões de política de governo. “Como nós também fazemos parte dessas decisões, não tenho a menor dúvida que o que foi colocado aqui serviu para sensibilizar sobre a situação dos municípios. O objetivo dos senhores e das senhoras foi válido porque se não tivermos conhecimento dos problemas, na hora em que formos chamados para esse diálogo, o que foi colocado aqui terá um peso no posicionamento da Receita. É importante estarmos sensibilizados para essas questões dos nossos municípios”, enfatizou Carlos Barreto.
Participaram da audiência, além do presidente Ricardo Roriz, os prefeitos Atevaldo Barreto (Amparo do São Francisco), José Américo (Propriá), Marcelo Guedes (Neópolis), Maria Crizabete dos Santos (Graccho Cardoso), Manoel Gomes de Freitas (Porto da Folha), Ana Helena Andrade (Arauá), Uíta Barreto (Ribeirópolis), Maria Oliveira Lima (São Miguel do Aleixo), Bruno de Sá Araújo (Divina Pastora), Denisson Déda (Simão Dias), além de assessores e representantes dos municípios de São Cristóvão e Laranjeiras.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Prefeitos sergipanos têm audiência marcada com secretário da Receita Federal

No próximo dia 23 de Novembro, acontece na sede da Receita Federal, em Brasília, um encontro de prefeitos dos municípios sergipanos com o secretário da Receita Federal do Brasil, Carlos Alberto Barreto. A iniciativa é resultado de uma mobilização organizada pela Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES) no último dia 31, no Ministério da Previdência.
Na ocasião, o prefeito de Santana do São Francisco e presidente da FAMES, Ricardo Roriz, reuniu-se com o diretor do Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público (DRPSP), Otoni Gonçalves Guimarães, para discutir as dívidas previdenciárias dos municípios sergipanos. O diretor informou que, como toda a dívida com a Previdência Social passou a ser gerida pela Receita Federal, ele não teria como resolver diretamente as demandas dos prefeitos presentes.
Roriz aproveitou a oportunidade para protocolar um ofício solicitando a audiência com o secretário Carlos Alberto Barreto. Secretários municipais, assessores e advogados, além do deputado federal Rogério Carvalho (PT), também estiveram no Ministério.
Na pauta da audiência marcada, estão os seguintes temas: identificação passivo, renegociação das dívidas dos municípios com a Receita Federal, a questão da Certidão Negativa de Débito (CND), o atendimento nas Delegacias da Receita Federal do Brasil (DRF’s), a retenção da contribuição nas Câmaras Municipais e o encontro de contas entre os entes e a Receita.
“Os municípios estão passando por dificuldades para honrar seus compromissos em virtude dos débitos previdenciários com a Receita Federal. A situação compromete a administração pública e, consequentemente, a população, porque a falta da Certidão Negativa de Débito inviabiliza novos investimentos”, lamenta o presidente da Federação.
Para muitos gestores, um dos pontos mais problemáticos é lidar com a falta de CND, que impede a celebração de convênios, repasses e liberação de recursos através das emendas parlamentares. Enquanto as dívidas não são resolvidas definitivamente, uma das cobranças é que se encontre uma alternativa para permitir o acesso das prefeituras à Certidão. Em relação às DRF’s, prefeitos que estiveram na reunião do Ministério da Previdência alegaram que a falta de informações e a burocracia acentuam ainda mais o problema.
Roriz ressalta que a audiência é de extrema importância para o Estado de Sergipe, e a presença dos prefeitos é fundamental. “Devemos mostrar, de forma clara, a difícil situação enfrentada pelos municípios, resultado das dívidas impagáveis da Receita Previdenciária. Elas comprometem seriamente a gestão da máquina pública e as devidas medidas devem ser tomadas o quanto antes. Portanto, a união dos gestores faz toda a diferença nesse momento”, frisa o presidente.
A assessoria jurídica da FAMES irá acompanhar todos os gestores durante a audiência. Os prefeitos interessados em participar, associados ou não à Federação, devem confirmar presença, impreterivelmente, até a próxima sexta-feira, 18. 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Prefeitos e gestores discutem dívidas dos municípios sergipanos

Prefeitos, secretários municipais, assessores e advogados de municípios sergipanos estiveram reunidos hoje (31) com o diretor do Departamento dos Regimes de Previdência no Sergipe Público (DRPSP), Otoni Gonçalves Guimarães. O encontro, que contou também com a presença do deputado federal Rogério Carvalho (PT), aconteceu no Ministério da Previdência, em Brasília, e foi organizado pela Federação dos Municípios de Sergipe (FAMES).
De acordo com o presidente da entidade, Ricardo Roriz (PT), prefeito de Santana do São Francisco, a situação hoje dos municípios em virtude dos débitos previdenciários com a Receita Federal é extremamente complicada, uma vez que não só compromete a arrecadação municipal, como também inviabiliza novos investimentos em virtude da falta da Certidão Negativa de Débitos (CND).
“Em Santana, por exemplo, estamos desde junho sem a certidão, o que inviabiliza a celebração de convênios, repasses, liberação de recursos através das emendas parlamentares. É um prejuízo não só para o município, mas para toda a população”, frisou Roriz.
Prefeitos presentes relataram os casos dos seus municípios e reforçaram a necessidade de uma solução urgente para o problema, uma vez que, mesmo com o parcelamento, a Receita Federal apresentou uma nova dívida, sem mesmo informar a origem do débito.
Esta é a situação de Simão Dias. Segundo o prefeito Denisson Déda (PSB), em 2009 a prefeitura reconheceu uma dívida de R$ 15 milhões para ser paga em 240 meses. “Depois que começamos a pagar, esse ano apareceu mais outro débito de R$ 5 milhões referente aos anos de 2006 a 2008, que já estavam incluídos nessa renegociação. O pior é que nem a Receita sabe o que o município está devendo ou não. Já pedi a inclusão dessa dívida no parcelamento, mas a Receita negou”, disse o gestor.
Manoel Barros, secretário de Administração de São Cristóvão, reforçou a reclamação do prefeito de Simão Dias. No seu município, o valor parcelado foi de R$ 40 milhões, sendo que agora, uma nova dívida, de R$ 15 milhões, foi apresentada pela Receita Federal. “É algo impagável. E o pior é a falta da certidão. É preciso que se procure uma alternativa enquanto não se soluciona o problema definitivamente, para termos acesso à certidão. Já perdemos emendas importantes porque não temos a certidão”, alertou.
Outro ponto levantado pelos prefeitos foi a dificuldade de atendimento na Delegacia Regional da Receita Federal. A falta de informações sobre a origem das novas dívidas tem dificultado, de acordo com eles, a solução do problema. “Há uma grande dificuldade em Sergipe para se conseguir marcar uma audiência com a Receita de interesse da própria prefeitura. Nossa regional é em Itabaiana, que encaminha para Aracaju, que devolve para Itabaiana, e não se resolve nada. Enquanto isso, a dívida vai aumentando, o tempo passando, e a prefeitura sem certidão, sem convênio, sem repasse. Não se constrói nada dessa forma”, reclamou o prefeito de Porto da Folha, Manoel Gomes de Freitas (PT).

INSOLÚVEISO deputado Rogério Carvalho (PT) reconheceu a difícil situação dos municípios em virtude da dívida previdenciária. “Essa questão operacional tem deixado praticamente os municípios insolúveis”, afirmou. Para ele, a relação dos municípios com os órgãos federais é muito desigual.
“Vou conversar com o secretário da Receita Federal (Carlos Alberto Freitas Barreto) para tentar sensibilizá-lo, pois esse não é um problema de um município, mas de todo o Estado, principalmente a questão da compensação, que o município tem direito, mas que não acontecesse. Existe uma lei e, por interpretação, ela acaba sendo burocrática, prejudicial aos municípios, que ficam inadimplentes e não conseguem se viabilizar”, opinou o parlamentar, que se comprometeu em falar também os líderes do PT (Paulo Teixeira-SP) e do Governo (Cândido Vacarezza-SP) na Câmara dos Deputados sobre a mesma questão.
Otoni Gonçalves explicou que toda a dívida com a Previdência Social passou a ser gerida pela Receita Federal, e que por essa razão, não teria como resolver, diretamente, os problemas apontados pelos prefeitos. No entanto, ele prometeu encaminhar uma audiência com o subsecretário da Receita responsável pelo setor público para que chegue até ele as reivindicações dos municípios sergipanos. “E quem sabe buscar uma solução em comum que possa satisfazer a todos”, disse.
Além do encaminhamento do diretor do Ministério da Previdência e do deputado Rogério Carvalho, Ricardo Roriz protocolou na Receita Federal, ofício solicitando uma audiência com o secretário. Na pauta sugerida, estão ainda a identificação passivo; retenção da contribuição nas Câmaras Municipais e encontro de contas entre os entes e a Receita.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Presidente da FAMES participa de sanção do PRONATEC

Na manhã desta quarta-feira, 26, o presidente da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES), Ricardo Roriz, compareceu ao palácio do Planalto, em Brasília. Na oportunidade, a presidente Dilma Roussef sancionou a Lei que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (PRONATEC).

O objetivo do PRONATEC é expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, além de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores. O programa deve fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da educação profissional e tecnológica, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino médio público, por meio da articulação com a educação profissional.

Durante a solenidade, foram assinados dois decretos e uma medida provisória. Um dos decretos institui a ampliação do programa Escola Técnica Aberta do Brasil (Rede e-Tec Brasil), que oferece cursos técnicos de ensino médio à distância. O outro, por sua vez, regulamenta o Auxílio-Avaliação Educacional (AAE) para professores inseridos no PRONATEC.

O Governo Federal investirá R$ 24 bilhões no Programa até o ano de 2014, recursos destinados à oferta de 8 milhões de vagas em cursos de formação técnica e profissional, sendo que 30% dos investimentos serão aplicados nas regiões Norte e 
Nordeste. Segundo o MEC, terão prioridade no acesso ao Pronatec estudantes do ensino médio da rede pública, beneficiários do Bolsa Família, agricultores, povos indígenas e trabalhadores em geral. Além disso, o PRONATEC também estimula o aumento das vagas ofertadas às pessoas com deficiência.

Representando os prefeitos de Sergipe, Ricardo Roriz chamou a atenção para a importância de investir na educação do país. “A melhoria da educação está intimamente ligada ao desenvolvimento da sociedade. 

E essa mentalidade à frente, de apostar na qualificação de nossos jovens e trabalhadores, certamente trará benefícios a todos. Eu vejo no PRONATEC um meio de realizar o desafio de assegurar capacitação, gerando oportunidades”, ressaltou.

Dilma Roussef frisou a importância da parceria com o SENAI e o SENAC para o oferecimento do ensino profissionalizante, que terá, entre seus resultados, um ensino que combina o conhecimento geral, a prática específica e a qualificação necessária para fazer frente à economia do conhecimento, à sofisticação tecnológica.

Para Roriz, o programa é um instrumento que promete trazer progresso ao Brasil, concedendo vantagens a todos os envolvidos. “Como o ministro da Educação Fernando Haddad afirmou, a sanção do PRONATEC implica a desoneração total do investimento em educação feito pelas empresas, afinal nenhum investimento feito por elas para educação profissional poderá ser tributado, seja tributo trabalhista ou previdenciário”, explica, lembrando que para os trabalhadores que estiverem procurando emprego e recebendo o seguro-desemprego, o programa também irá financiar cursos de qualificação.

“Os estudantes do ensino médio poderão frequentar o SENAI e o SENAC em horário contrário ao da escola regular, o que irá intensificar o aprendizado deles. Resumindo, o programa irá oferecer todas as ferramentas necessárias à inserção de indivíduos devidamente capacitados no mercado de trabalho”, reforçou o presidente da FAMES.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Presidente do TCE discute limites da LRF com prefeitos

Durante a manhã desta terça-feira, 18, a presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheira Maria Isabel Carvalho Nabuco d'Ávila, esteve reunida com dirigentes da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (Fames). O encontro ocorrido na Sala de Reuniões da Corte de Contas foi solicitado pelos gestores, motivados pelas dificuldades que têm encontrado ao buscarem cumprir os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Na reunião foram colocadas dúvidas e questões por parte dos administradores, tendo à frente o presidente da Fame e prefeito de Santana de São Francisco, Ricardo Roriz. Os prefeitos expuseram suas preocupações a respeito das dificuldades em cumprirem a Lei de Responsabilidade Fiscal depois dos cortes efetuados no orçamento municipal, sobretudo no que diz respeito ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Roriz destacou o apoio da conselheira-presidente na busca por soluções. “Viemos demonstrar a preocupação dos municípios com a Lei de Responsabilidade Fiscal devido à queda na arrecadação. Conversamos com a presidente, ela foi muito atenciosa, dedicada ao nosso problema e a reunião foi bem satisfatória”, contou o prefeito, destacando que entre as maiores dificuldades está o cumprimento do limite de 54% estabelecido para os gastos com pessoal.

Ao dirimir as dúvidas colocadas, a conselheira, que esteve acompanhada do diretor técnico do TCE, José Raimundo, sugeriu que os gestores oficializassem uma consulta junto à Corte de Contas a fim de esclarecer quais despesas podem ou não ser abatidas no cálculo dos percentuais exigidos pela LRF. "Eles questionam também as diferenças entre os limites colocados para as Prefeituras em comparação com os das Câmaras", comentou José Raimundo.

O encontro, que discutiu ainda a possibilidade de o TCE, por meio da Escola de Contas Conselheiro José Amado Nascimento (Ecojan), promover cursos sobre o tema debatido, teve também a participação dos prefeitos de Propriá, José Américo, e de Nossa Senhora de Lourdes, Laerte Gomes, além de secretários municipais e assessores.
LRF

A Lei de Responsabilidade Fiscal é um código de conduta para os administradores públicos de todo o país, que vale para os três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), nas três esferas de governo (federal, estadual e municipal). Através dela, todos os governantes devem obedecer a normas e limites para administrar as finanças, prestando contas sobre quanto e como gastam os recursos da sociedade.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Federação dos Municípios discute repasse de verbas

Com o intutito de conseguir mais verbas do governo federal e de reabrir o debate acerca da divisão dos royalties do petróleo entre as prefeituras, representantes da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (Fames) participaram no início da noite da última terça-feira, 13, de uma reunião com a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Também participou do encontro uma comitiva de prefeitos e presidentes de federações estaduais de municípios.
De acordo com  o presidente da Fames, Ricardo Roriz, os prefeitos foram pedir apoio do governo federal na votação da Emenda 29, que prevê mais recursos para a saúde, fixando percentuais mínimos a serem investidos anualmente pela União, pelos estados e municípios.
“Além disso, nós reivindicamos à ministra para que a presidente Dilma Rousseff seja sensível à situação de crise financeira das prefeituras e nos ajude a derrubar o veto do presidente Lula ao projeto aprovado na Câmara e no Senado da nova distribuição dos royalties de petróleo”, relatou o presidente. “Nosso presidente Paulo Ziulkoski deixou claro que os prefeitos estão abertos ao diálogo para achar uma solução, tanto para aprovação da Emenda 29 quanto para a discussão dos royalties”, completou ele.
Em relação à Emenda 29, a ministra Ideli Salvatti afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, fará a discussão no próximo dia 20 com os governadores, e no dia 21 será criada uma comissão para debater as fontes de financiamento, antes da proposta ser votada. Mas alertou aos prefeitos que a proposta hoje não garante mais recursos para saúde.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ricardo Roriz destaca importância da Emenda 29 para os municípios

Nesta semana, a presidente Dilma Roussef reuniu-se com o Conselho Político, em Brasília, para anunciar novo ajuste fiscal e solicitar a aliados que barrem projetos compotencial para aumentar gastos. Na ocasião, ela condicionou a votação da Emenda 29, que regulamenta o financiamento da União, dos Estados e dos Municípios com a Saúde, a uma fonte de receitas. 

Um dos compromissos assumidos pela chefe do executivo com os prefeitos, durante a XIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, ocorrida em 2010, foi a votação da Emenda. “Assumo o compromisso de lutar pela Emenda Constitucional 29, principalmente considerando os princípios da universalização, equidade e de melhoria na qualidade da Saúde. É fundamental a participação dos Estados, porque hoje muitos deles incluem nos gastos de Saúde o que não é Saúde. E mais: não gastam os 12% legais”, afirmou Dilma na oportunidade.

A votação da proposta da Emenda 29 foi marcada para o próximo dia 28 de setembro pelo presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), em acordo com líderes partidários, sem apoio do governo. O movimento municipalista aguarda há anos uma definição sobre a proposta da Emenda 29 e, assim, o anúncio reacendeu a esperançados gestores municipais e do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

Nos próximos dias 13 e 14 de setembro, irá ocorrer nova mobilização municipalista nacional no Congresso Nacional, e a Emenda 29 é uma das reivindicações. “A declaração da presidente Dilma demonstra que estamos chegando à fase final desta luta. Precisamos nos unir para garantir mais essa conquista aos Municípios brasileiros”, ressaltou Ziulkoski, destacando a importância da mobilização. 

O prefeito de Santana do São Francisco (SE) e presidente da Federação dos Municípios de Sergipe (FAMES), Ricardo Roriz, está satisfeito com a definição da data para votação da proposta e reforça que a presença de todos os gestores públicos é de extrema importância para que se obtenha resultados positivos. “Providências devem ser tomadas em caráter de urgência e quanto mais apoio tivermos, mais benefícios poderemos obter para todo o país”, alegou. De acordo com ele, a emenda é essencial para as prefeituras que estão sufocadas com a falta de recursos e, consequentemente, sem dinheiro para investir devidamente na saúde da população.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

FAMES participa de encontro em Brasília

O presidente da Federação dos Municípios de Sergipe (FAMES), Ricardo Roriz, participou esta semana de um encontro municipalista promovido pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. O evento aconteceu em Brasília e contou com a presença de mais de 100 prefeitos e representantes de entidades regionais e microrregionais. O objetivo foi discutir questões técnicas de interesse dos municípios brasileiros.

Na ocasião, Ziulkoski ressaltou o crescimento do movimento municipalista nos últimos anos, que vem despertando a atenção dos poderes, da imprensa e da população em geral. "Temos crescido e conquistado respeitabilidade, e isso acarreta visibilidade ao movimento e também responsabilidade de atuação integrada", declarou. Ele ainda destacou que o intuito da Confederação é orientar em relação às regras, os procedimentos e as ações das entidades que compõem o movimento, respeitando a entidade e a realidade de cada região.

Entre os diversos temas abordados, receberam destaque a saúde e os royalties do petróleo. A regulamentação do financiamento da Saúde, prevista a partir da aprovação da Emenda Constitucional 29, é esperada pelos Municípios há mais de 10 anos. Quanto aos Royalties, o presidente da CNM posicionou-se a favor da distribuição, por entender que a legislação atual concentra recursos em uma minoria e que poucos municípios recebem valores expressivos. Ele lembrou aos gestores também que o foco da discussão "é a mudança dos beneficiários que recebem os recursos fruto destes contratos entre as empresas e a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)".

Outros assuntos discutidos foram a iniciativa da CNM em combate às drogas, o Observatório do Crack, a resolução 414 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que transfere os ativos de iluminação pública para os Municípios, os Restos a Pagar devidos aos Municípios e o encontro de contas da Previdência Social. Questões da área de Educação, como os pesos de ponderação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o impacto do piso salarial do magistério público, também foram debatidas.

Ziulkoski aproveitou a reunião para mencionar a necessidade de todos os gestores e representantes estarem integrados, atuando junto aos Municípios. Para o presidente da CNM, algumas ações que dificilmente são feitas em nível regional, podem ser melhor elaboradas em nível nacional, sob direcionamento da Confederação e em união com as demais entidades.

O prefeito de Santana do São Francisco e presidente da Federação dos Municípios de Sergipe, Ricardo Roriz, concordou com Ziulkoski, afirmando que a integração proposta é uma solução para muitas dificuldades. "Acompanhei atentamente todas as colocações e concordo com o Ziulkoski: a integração municipalista evitará problemas. Muitos gestores têm problemas em relação às prestações de contas aos órgãos federais e estaduais e nem sempre suas ações são compreendidas. As orientações da CNM e os trabalhos que a entidade executa diariamente fortalecem todos os movimentos", defendeu Roriz.

O presidente da FAMES afirmou ainda que cada encontro promovido pela Confederação é uma oportunidade extra de proporcionar aos municípios melhores condições. "A CNM lida diretamente com o governo e com o Congresso Nacional. Precisamos estar informados, participar mais. Defendemos, em geral, as mesmas causas, o que torna essas iniciativas de encontro uma maneira de unificar as ações", reforçou.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Blog FAMES

Blog com Informações da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe - FAMES.

Aguardem...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Prefeitos vão discutir piso do magistério e temas municipais

A Federação dos Municípios do Estado de Sergipe irá realizar, na próxima terça-feira (7), um encontro com prefeitos e gestores públicos municipais sergipanos sobre temas considerados essenciais às administrações dos municípios. A reunião acontece na sede da entidade, na rua Duque de Caxias, 341, Aracaju, a partir das 9h.

O palestrante Álvaro Netto (AL Engenharia Ltda) fará a abertura do evento, cujo tema será a Resolução Normativa 414 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), referente à gestão e iluminação pública. Em seguida, o coordenador estadual da União Nacional de Conselhos Municipais de Educação (UNCME) e diretor da MH Consultoria, professor Humberto Gonzaga, discutirá o piso salarial nacional do magistério público.

O professor também discutirá o aumento da captação de recursos da educação para o ano de 2012 e a Lei 11.494, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos profissionais da Educação (FUNDEB). A reunião deve prosseguir até as 12h, quando será servido um almoço para os participantes.

O presidente da FAMES e prefeito de Santana do São Francisco, Ricardo Roriz, reforça que a participação de todos os gestores será de fundamental importância. ?É essencial que todos que foram convocados compareçam a essa reunião, para que seja possível obtermos êxito e resultados positivos para as administrações municipais?, frisou o presidente.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Fames representa prefeitos sergipanos durante reunião no Ceará

A Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República estará realizando nesta segunda-feira (30) uma reunião com prefeitos da região Nordeste para a discussão do Plano Plurianual (PPA) Federal para o período de 2012 a 2015. O encontro será na sede da Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado do Ceará.
O presidente da Federação dos Municípios de Sergipe (FAMES), Ricardo Roriz, estará presente à reunião. De acordo com ele, o Plano Plurianual é exigido pela Constituição Federal de 1988 (artigo 165) e estabelece os projetos e os programas de longa duração do governo, definindo diretrizes, objetivos e metas da ação pública , de acordo com as demandas da sociedade.
“São focos do PPA as áreas de saúde, educação, ciência e tecnologia, assistência social, segurança pública, justiça, trabalho e renda, agricultura, entre outras”, explica o presidente, que é prefeito do município de Santana do São Francisco.
Durante a manhã, logo após a abertura político-institucional, serão apresentados o rol de programas organizados por macro-desafios, a dimensão estratégica do PPA e o painel sobre a Macrorregião. À tarde, as discussões serão acerca do grau de relevância dos programas para a região e do interesse dos Estados em acompanhar o PPA. Serão debatidas também formas de avanço na conclusão de políticas públicas através dos planos dos Estados e Municípios.